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Ocupação Teatral - Integração, Revitalização e Sociabilização


Vem aí... Não percam!!

 

 

MOSTRA  DE  TEATRO  EM  SÃO PAULO

 

Já estamos fazendo os preparativos, enquanto isso:

 

Cadastre  seu  Projeto

 

 

Inscreva-se!!

ocupacaoteatral@yahoo.com.br

 

                    Tem como objetivo principal promover o intercâmbio entre os grupos da cidade e o público; destacar, divulgar e circular novos talentos; valorizar as peças teatrais de grupos e peças alternativas e incentivar as manifestações culturais. Nossa mostra será realizada na Zona Norte de São Paulo, mas todas as regiões poderão se cadastrar para participar da mostra.

 

                   O projeto APLAUSO DE OCUPAÇÃO TEATRAL objetiva dimensionar a quantidade de espetáculos e distribuí-los, com isso gerando um circuito de grupos teatrais e peças alternativas fora do eixo comercial, promovendo o encontro e a circulação de espetáculos e grupos teatrais.

                  Se você tem seu espetáculo de teatro e quer divulgá-lo, colocá-lo em cena, faça seu cadastro para participar de uma seleção onde acontecerá uma mostra de teatro na Zona Norte de São Paulo. Nossa intenção é a de fazer com que os espetáculos tenham uma circulação, integração e divulgação espontânea atraindo um público ávido por peças em sua localidade.

 

                   O intuito da MOSTRA DE TEATRO é a de organizarmos uma mostra para mapearmos espaços ociosos e espetáculos que precisam fazer sua divulgação e contribuir com desenvolvimento dos grupos e espetáculos teatrais que estão engavetados, ou, que ainda não conseguiram pauta nos teatros e para que futuramente possamos fazer nossa mostra com patrocínio.

                   Esta iniciativa nasceu de profissionais liberais e grupos teatrais dentro do Movimento de Ocupação Teatral apoiados pelo Sated-SP com intuito de mapear grupos e peças e fazer circular nossas peças teatrais.

 

                  Nosso Movimento de Ocupação Teatral, o que não tem nada a ver com invasão, tem por objetivo reativar e revitalizar espaços teatrais que estão abandonados em São Paulo.

 

                  Os interessados deverão manifestar seu interesse em participar da mostra preenchendo sua ficha de inscrição que está em anexo, ou podendo copiar da nossa página na net, que é: www.ocupacaoteatral.zip.net e enviar seu cadastro para ocupacaoteatral@yahoo.com.br

 

A MOSTRA ACONTECERÁ EM 3 CATEGORIAS:

 

  • Teatro adulto
  • Teatro Infantil
  • Teatro de Rua

 

                  Além de pequena cena teatral e circense com intervenções em espaços ao ar livre destinado para esse fim.

 

                   A seleção dos projetos e as apresentações serão realizadas pela comissão do Movimento de Ocupação Teatral.

 

Cadastre-se e envie seu projeto para: ocupacaoteatral@yahoo.com.br

 

 

 

 

 

FICHA PARA CADASTRO

 

Os projetos deverão ser enviados por e-mail

 

E-mail:  ocupacaoteatral@yahoo.com.br

Fones: 11-7174-7487   e  11- 8787-6187

Página: www.ocupacaoteatral.zip.net

 

 

 

O projeto deverá conter as seguintes informações:

 

 

 

 

- Contatos do grupo/ representante: cidade, bairro, endereço completo, telefones, e-mail

- Dados do Representante do grupo: Nome, RG, CPF:

- Identificar o seguimento do espetáculo se é: Teatro adulto,Teatro Infantil, Teatro de Rua.

-  Objetivo do espetáculo

-  Justificativa do projeto

- Nome do espetáculo;
- Nome do Grupo;

- Nome do Diretor

- Nome do autor
- Nome do representante do grupo (integrante do grupo/produtor que será o interlocutor com a equipe )

- Breve histórico do Grupo

- Fotos para divulgação

- Currículo resumido de todos os integrantes;
- Ficha técnica completa do espetáculo, atualizada;
- Histórico (currículo/ release) do grupo;
- Sinopse do espetáculo para imprensa (8 linhas)

- Idade recomendada e duração;
- Descrição do espetáculo, incluindo detalhamentos do projeto

- Proposta de montagem, projetos de cenário e figurino (se houver), processo criativo.

- Informações técnicas sobre som e luz

- Outras informações que possam ser importantes para o projeto avaliação

 

 

Abraços fraternos

 

Movimento de Ocupação Teatral

www.ocupacaoteatral.zip.net



Escrito por Ocupação Teatral às 05h47
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Movimento de Ocupação de Espaços Teatrais

Movimento de Ocupação de Espaços Teatrais

 

Histórico

 

 

 

           O Movimento de Ocupação de Espaços Teatrais nasceu de dois profissionais do teatro, Amilton Ferreira, ator e produtor teatral e Iremar Melo, diretor, ator e pesquisador teatral que viram a necessidade de uma discussão acerca de espaços abandonados em São Paulo sob o ponto de vista OCUPAÇÃO com a cautela de não transparecer e que não tem nada a ver com invasão.

           Num diálogo entre Amilton Faria e Iremar Melo viram que existiam pontos em comuns que culminaria depois no Movimento de Ocupação de Espaços Teatrais. Várias informações desencontradas acerca de espaços abandonados de escolas privadas, shoping’s, associações comerciais, sindicatos, hotéis, sites sobre divulgação, projetos engavetados, projetos sem qualidade, projetos mal formatados, vários espaços teatrais abandonados, profissionais dispersos, outros querendo fazer alguma coisa para mudar a cara de São Paulo.

            Com várias informações, gente envolvida, coisa para se fazer, projetos engavetados de vários profissionais, idéias na cabeça, espaços por ocupar, programas municipais pela cidade, gente afim de trabalhar, vontade de fazer e acontecer; foi aí que vimos a importância de nos reunirmos para discutir nossos trabalhos, idéias e projetos e não ficarmos de braços cruzados esperando a coisa acontecer, reclamando desse ou daquele governo, ou daquela associação.

            Foi quando o ator e produtor Amilton Ferreira e Iremar Melo somaram idéias e forças e buscaram no Sated-SP apoio para alavancarem essas idéias. Aos poucos fomos desenhando debates, bate-papos, conversas e daí marcamos uma reunião no Sated-SP e tivemos nossa primeira reunião. Convocamos a primeira reunião que ainda não tínhamos desenhado a filosofia do movimento e o que entendíamos como palavra de ordem para o assunto Ocupação Teatral. A partir daí foram várias discussões dentro do movimento, como o papel da ocupação como elemento social, a contrapartida que a ocupação oferece, nosso trabalho como produto ou não, a função social do teatro, o amadorismo e o profissionalismo no teatro. Foi um sucesso.

              Sucesso esse que duvidávamos do que seria futuramente com a participação de exímios profissionais do teatro.  Foram várias discussões acerca do conceito de ocupação, o que entendíamos por ocupação de teatro dentro do movimento. O movimento foi tomando corpo, os profissionais foram se achegando, idéias eram colocadas e debatidas, gente chegando no movimento, questões sociabilizadas, idéias reformuladas, pensares diferenciados, olhares minuciosos, falas calorosas, idéias expostas, daí desenhávamos o que chamaríamos de Movimento de Ocupação Teatral com um olhar diferenciado sobre o que queríamos sobre ocupação.

                Falas e anotações eram rotinas em nossas reuniões. A partir daí foi-se anotando pensares, falas, idéias foi quando a partir daí desenhávamos nossa proposta de ocupação. Tiramos algumas idéias a serem realizadas como a montagem de uma Oscip com o intuito de ocupação e uma mostra de teatro nas regiões de São Paulo.

 

Em busca de uma proposta para uma nova ordem

Por Iremar Melo

Mesmo São Paulo sendo o centro das atenções culturais com seus espetáculos, ainda assim continuamos com questões relevantes acerca de nosso fazer artístico e condições para melhorar nosso fazer teatral.

Constatamos que existem brechas que podemos trabalhá-las para solucionar questões importantes.

No dia dois de junho as quinze horas o Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado de São Paulo-Sated-SP, órgão que representa a categoria, fez uma convocatória para discutir assuntos relevantes. Estiveram reunidos com o Sated-SP, atores, diretores teatrais, consultores, assessores culturais, assessores de grupos, divulgadores de peças teatrais, captadores de recursos de incentivos fiscais, técnicos, cenotécnicos, empreendedores culturais, vendedores de peças teatrais, representantes de associações coletivas da área de cultura e produtores constatando as seguintes questões: ocupação dos espaços ociosos e parcialmente ocupados, reforma e uso de teatros abandonados na forma de comodato, teatros existentes e que ainda não são utilizados pela categoria e outros que são usados timidamente sem cunho profissional, dificuldades em pautas de teatros públicos e teatros privados, democratização de leis e programas, teatros abandonados em alguns estabelecimentos comerciais, teatros mal-acabados e outros por reformar, dificuldade no acesso ao dinheiro público através das leis de incentivo, falta de plano de marketing e de divulgação em projetos enviados às empresas privadas, falta de conhecimento por parte de alguns profissionais em preencher editais, dificuldade de ter pautas em teatros, pouca freqüência de públicos em grande maioria dos espetáculos, falta de conhecimento de leis de incentivo por boa parte das empresas, a falta de mais revistas e guias teatrais para divulgação de peças teatrais, disputa e dificuldade de conseguir pauta em guias, jornais, revistas e teatros, precariedade de divulgação por parte dos espetáculos, a falta de conhecimento no setor teatral para se produzir peças, precariedade em teatros na falta de equipamentos de som e iluminação, entre outras questões que foram levantadas pelo coletivo de profissionais que estiveram presentes na sede do Sated-SP.

A intenção primaria é a de juntar profissionais e catalogarmos informações e publicarmos esses espaços ociosos; divulgar sites e mecanismos de divulgação que se dispõem a divulgarem graciosamente e outros a preços simpáticos, estudo e prática de leis e programas, orientação quanto à editais e programas, levantamento de espaços e teatros fechados e por reformar para que sejam ocupados por grupos, associações, cooperativas, profissionais do setor e sindicato, criar mecanismos de divulgações de espetáculos e divulgar sites jornalísticos que disponibilizam divulgações, uniformizar informações e catalogação acerca do setor e divulgá-las.

O objetivo do Sated-SP é a de orientar e fortalecer sua categoria no que diz respeito a sua sobrevivência profissional. O Sated-SP promove encontros dessa natureza para contribuir com nosso trabalho. Nossos encontros são abertos a todos o profissionais e pessoas interessadas em participar e as reuniões serão às segundas –feiras às 15h na sede do Sated-SP que fica na Av. São João 1086 4º andar, metrô república telefones: 11- 3335-6131/32/33.

Iremar Melo – Diretor Regional, da Capital, Grande São Paulo, Litoral e Fiscalização Profissional



Escrito por Ocupação Teatral às 05h29
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07/09/2008 - 10h48

Teatros de SP apresentam irregularidades na segurança

EDUARDO SIMÕES
LUCAS NEVES
SYLVIA COLOMBO
da Folha de S.Paulo

A Folha selecionou 14 teatros da cidade de São Paulo para verificar suas condições de segurança e tentar responder à pergunta: pode se repetir a tragédia que aconteceu no teatro Cultura Artística, no mês passado, quando um incêndio destruiu sua sala principal?

Foram escolhidos espaços que recebem diferentes tipos de público. Entre os comerciais, Alfa, Frei Caneca, Folha, Renaissance; entre os tradicionais, Ruth Escobar, Sérgio Cardoso, Centro Cultural São Paulo, Municipal, Imprensa e Tuca; e, entre os alternativos, Oficina e Satyros, além de duas salas da rede Sesc.

Lenise Pinheiro/Folha Imagem
Fiação sobre carpete no CCSP (Centro Cultural São Paulo); salas apresentam riscos ao público
Fiação sobre carpete no CCSP (Centro Cultural São Paulo); salas apresentam riscos ao público

A reportagem procurou conferir os principais requisitos que garantem a segurança de um espaço em caso de incêndio: a manutenção das instalações elétricas, os dispositivos de combate ao fogo, as saídas de emergência, entre outros.

A maior parte das visitas, feitas ao longo das três últimas semanas, teve a presença da fotógrafa e iluminadora Lenise Pinheiro, que há mais de 20 anos transita pelos teatros paulistanos, onde também trabalha.

No levantamento, quatro deles apresentaram condições precárias e oito se mostraram relativamente bem. Renaissance e Imprensa não quiseram receber a reportagem.

Situação crítica

Entre os primeiros, o Ruth Escobar foi um dos que apresentou problemas graves: fiação correndo sobre carpete, quase todos os refletores sem os cabos de aço --que são a segunda garantia de que eles não se soltem--, tomadas sem espelho de proteção. Nas coxias, havia muitas lâmpadas sem cúpula, a poucos centímetros de pedaços de cenários --o que facilitaria a propagação do fogo.

Havia ainda gambiarras --instalações elétricas improvisadas-- com fita isolante em uma das três cabines técnicas. Não havia extintores ou hidrantes dentro da sala menor (Miriam Muniz) e, na maior (Dina Sfat), uma porta de emergência estava quebrada, sem a barra antipânico esquerda.

Ali, a reportagem também viu cadeiras cujos encostos, tortos, atrapalhavam a circulação pela fileira de trás -o que poderia causar quedas se preciso deixar o local com rapidez.

Lenise Pinheiro/Folha Imagem
Racks de iluminação em local de risco, próximo à platéia, na sala Satyros 2
Racks de iluminação em local de risco, próximo à platéia, na sala Satyros 2

"O pior problema dos teatros de São Paulo é o extremo desleixo e a irresponsabilidade com instalações elétricas. Não há razão para fios ficarem expostos: têm de estar em calhas ou condutores protegidos", diz o arquiteto Cesar Bergstrom, diretor de urbanismo do Sinaenco (Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva).

Na cabine de som e luz da sala Jardel Filho, no Centro Cultural São Paulo, a instalação elétrica estava em contato com o carpete, que tinha rasgões. Na sala Paulo Emílio Salles Gomes, as tomadas dos refletores estavam precárias, assim como nos camarins. E também foram encontradas gambiarras. Tampouco havia sprinklers (sistema que solta água assim que sinais de fogo são detectados).

No teatro Oficina, os principais problemas observados foram, além das gambiarras, refletores sem cabo de aço, a falta de equipe fixa de manutenção e ausência de saídas de emergência. A porta de entrada do espaço, que tem formato de uma grande passarela, é a única rota de fuga em caso de acidente.

"Não é possível considerar seguro um lugar que só tem uma saída, mesmo que ela seja ampla. A primeira coisa que uma pessoa pensa quando vê fogo é em fugir, e não em pegar um extintor. Por isso, a partir do projeto inicial, os teatros têm de ser pensados com alternativas de saída bem claras e sinalizadas", diz Bergstrom.

Nos dois espaços dos Satyros, esse problema se repete. A sala 1 tem uma saída que dá para dentro do prédio da praça Roosevelt no qual está localizado, e a sala 2 não possui nenhuma.

Apesar de não poderem ser classificados formalmente como "teatros" por terem capacidade inferior a cem pessoas (são definidos por lei como "salas de reunião"), ainda assim os espaços dos Satyros não adotam procedimentos de segurança importantes.

As cortinas não recebem tratamento antichamas, não há sprinklers e os refletores de luz não têm cabo de segurança.

De forma geral, os administradores dessas quatro salas dizem que estão trabalhando para resolver os problemas.

Melhores condições

Nos outros teatros, a reportagem encontrou condições melhores. A maior parte deles tem dispositivos de combate a incêndio, como cortinas, carpete, revestimento das cadeiras com tratamento antichamas, estruturas de concreto e não de madeira como base da platéia e regras para o palco, como proibição de fumar nas cenas.

Apesar de considerar essas medidas importantes, Bergstrom relativiza a eficiência da aplicação de produtos antiinflamáveis. Para ele, tratam-se de lenitivos, pois funcionam por tempo curto. "Um produto antichamas impede algo de queimar por um período curto de tempo. O essencial é haver espaço entre fileiras e corredores para escape imediato."



Escrito por Ocupação Teatral às 17h52
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07/09/2008 - 10h49

Estamos resolvendo os problemas, dizem salas de teatro

da Folha de S.Paulo

A reportagem procurou os administradores dos teatros avaliados como precários para pedir explicações sobre os problemas observados nas visitas.

No Oficina, onde não há equipe de manutenção fixa, o ator e diretor Marcelo Drummond disse que a presença permanente de técnicos depende de verba. "Quando vamos montar um espetáculo novo, chamamos os técnicos. Mas não podemos manter uma equipe todo o tempo", diz.

Drummond criticou as leis de incentivo à cultura por não aceitarem que a manutenção dos teatros seja incluída nos pedidos. "Quando fazemos um projeto para pedir verba, se colocarmos [no cálculo dos gastos] verba para a segurança do teatro, esse item não é aceito."

Lenise Pinheiro/Folha Imagem
Fios expostos na cabine técnica do teatro Oficina, em São Paulo; casas afirmam que estão trabalhando para resolver os problemas
Fios expostos na cabine técnica do teatro Oficina, em São Paulo; casas afirmam que estão trabalhando para resolver os problemas

A sede do grupo de José Celso Martinez Corrêa também tem fiação exposta e "gambiarras" (ligações elétricas improvisadas, com fitas isolantes e benjamins), além de sofrer ataque de roedores que vêm do mercado em frente ao teatro. "Fazemos desratização com freqüência e procuramos checar a situação dos fios toda vez que trocamos de peça."

Drummond afirma que o modo "possível" de o Oficina funcionar é este. E se defende dizendo que até hoje não houve problemas graves.

O diretor do Espaço dos Satyros, Rodolfo García Vázquez, afirma que "uma série de medidas" está em curso, "dentro dos limites" do teatro. "Refizemos a iluminação de emergência, encalhamos a fiação, mudamos as caixas expostas de lugar, fizemos treinamento de incêndio e trocamos a sinalização", diz.

Durante a visita da reportagem, um funcionário instalava sinalização de emergência. E o camarim do Satyros 1, sempre cheio de figurinos e elementos do cenário, havia sido limpo antes da chegada da Folha.

O administrador do teatro Ruth Escobar, Ascânio Furtado, argumenta que os problemas detectados estão sendo resolvidos. Segundo ele, a barra antipânico quebrada foi arrumada; parte das tomadas sem espelho, consertada; e as lâmpadas sem cúpula, cobertas.

Sobre a fiação exposta, ele minimiza o problema, afirmando que os cabos estão encapados com isolamento antiincêndio. "Toda a parte elétrica do teatro está sempre em manutenção. Estávamos colocando novos cabos de aço [nos refletores] quando a Folha veio."

Já o Centro Cultural São Paulo respondeu por e-mail às observações feitas sobre a precariedade de sua fiação.

Na mensagem, a arquiteta Ana Pimenta diz que as instalações elétricas do teatro serão trocadas ainda neste ano.

Para 2009, segundo Pimenta, está programada uma reforma geral das salas de espetáculos, durante a qual todo o urdimento de madeira deverá ser substituído.



Escrito por Ocupação Teatral às 17h47
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