Prezados grupos teatrais Agora temos orkut também para que possamos nos encontrar. Mais uma ferramenta de trabalho onde podemos postar nossos encontros e idéias e divulgar nosso trabalhos Acessem nosso perfil e nos adicionem no orkut. http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?rl=ls&uid=7573411156853387427 abraços fraternos Iremar Melo *****************
Escrito por Ocupação Teatral às 04h32
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Convocatória do Movimento de Ocupação Teatral www.ocupacaoteatral.zip.net O Movimento de ocupação Teatral fundado no ano passado, convoca os artistas, técnicos, grupos circenses, de teatro, cultura popular e demais profissionais, para juntos dialogarmos sobre nosso fazer teatral. O movimento nasceu da necessidade de ocupar espaços teatrais e não convencionais para grupos artísticos desenvolverem sua pesquisa. Estamos construindo um projeto que valorize nossa arte, nosso trabalho e que coloque nossas pesquisas em respeito e diálogo com o espectador. No ano passado o movimento foi marcado por encontros onde conversamos e debatemos sobre vários temas culminando em uma mostra de teatro, diretriz essa dada pelo Movimento de Ocupação Teatral. O carro chefe do movimento é a ocupação teatral de espaços teatrais e não convencionais para grupos artísticos poderem desenvolver seus trabalhos junto a comunidade local. Dia: 06 de Abril ( 2ª feira ) Horas: às 15h Onde: Av. São João, 4º andar / Metrô República Local: Auditório do Sindicato dos Artistas e Técnicos de São Paulo Fones: 11- 3335-6132-33 - 7174-7487 Página do movimento: www.ocupacaoteatral.zip.net Movimento de Ocupação Teatral www.ocupacaoteatral.zip.net *********************************************************
Escrito por Ocupação Teatral às 03h20
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Ao Teatro... Os Artistas
Pela MANUTENÇÃO DA REDE! Ao Teatro... Os Artistas. Pela criação da FUNDAÇÃO DOS TEATROS DO RIO DE JANEIRO
Não há como negar que a Rede Municipal tem problemas, porém há muito mais em jogo do que podemos imaginar. Como diretor de uma Companhia de Teatro, me fecho de tempos em tempos com artistas para estudar... para conceituar... para o ato de criar, em grupo.. Há em nossa arte atual um conceito equivocado, de que 'o artista tem que criar, pois quem produz é o produtor". É preciso dizimar esta idéia e não preciso de muito tempo para provar sua mentira, pois há muitos aqui, em sua maioria, que produz o que cria. E as Cia de teatro? Quem produz? Depois que criaram as Leis de Incentivo a Cultura muitos de nós tivemos que nos desenvolver e virarmos 'vendedores', pois era necessário vender a idéia para os gerentes de marketing, não é certo? Pois bem. Produtores de ofício, os chamados por aqui e pelo mercado de Produtores-Empresários, podem se perguntar o que faz um grupo ou Cia quando não está em cartaz, como se quem não estivesse produzindo desenfreadamente atrás do vil metal não tivesse função alguma. Qual a utilidade?, Barba responde com maestria... 'é como se a arvore que não dá frutos - proverbialmente inútil - se converte em algo essencial nas cidades sem oxigênio. A produção não gera somente mercadorias, mas também relação entre homens. Isso se aplica também ao teatro: não produz apenas espetáculos, produtos... Quem julga do ponto de vista estético não vê outra coisa além da "mercadoria teatral". Para compreender o valor social do teatro, não basta olhar somente as mercadorias, os espetáculos produzidos; deve-se olhar também as relações que os homens estabelecem produzindo espetáculos. SUGESTÃO: Criarmos uma FUNDAÇÃO DOS TEATROS DO RIO, pois somos capazes de geri-los, principalmente com a parceria dos governos, todos três. Esta FUNDAÇÃO não deixaria que a cada Governo, seja ele em qualquer esfera, acabasse com as bases de construção de sustento de centenas de famílias, pois é isso que acontece quando muda-se drasticamente um governo, tudo volta a estaca ZERO. Pior quando sai do ZERO na mão de PRODUTORES-EMPRESÁRIOS. Se formos fortes e decididos, podemos cuidar do TEATRO CARIOCA de forma estruturada, para que nenhum governo destrua o que de BOM já foi conseguido, e a REDE é um BEM DO CARIOCA, com defeitos e distorções, sim, mas é muito mais do que tínhamos antes. Pela MANUTENÇÃO DA REDE! Ao Teatro... Os Artistas. Gustavo Paso Cia Teatral Epigenia
É óbvio que a Classe artista não é unida. Isso é claro, porém não precisamos estar unidos, pois temos nossas diferenças e pensamos conceitualmente, sob diversos aspectos de forma diferente, aí está nossa pluralidade. Porém, quando as coisas não estão bem, somos bastante capazes de EM CONJUNTO gerar boas soluções. Me proponha a estar JUNTO, e que fiquem de lado qualquer tipo de diferença.
Escrito por Ocupação Teatral às 15h50
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CONVOCATÓRIA DO MOVIMENTO DE OCUPAÇÃO TEATRALCONVOCATÓRIA DO MOVIMENTO DE OCUPAÇÃO TEATRAL
CONVOCATÓRIA DO MOVIMENTO DE OCUPAÇÃO TEATRAL Convocamos todos os grupos teatrais e circenses para retomarmos nossos encontros sob a pauta: -Ocupação de Espaços teatrais e não convencionais -Ocupação de espaços Circenses e mapeamento de terrenos privados e baldios - Políticas públicas para ocupações teatrais O objetivo da reunião é retomarmos nossas discussões sobre os espaços em que podemos ocupar. Dia: 02 / fevereiro ( segunda feira) Horas: às 15h Endereço: Av. São João 1086 - 4. andar , metrô República/ com estacionamento ao lado Local: SATED-SP Sindicato dos Artistas e Técnicos do Estado de São Paulo Fones: 11-3335-6132 e 11-7174-7487 Abraços fraternais Iremar Melo Coordenador e membro fundador do Movimento de Ocupação Teatral
Escrito por Ocupação Teatral às 16h03
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Programação da Mostra Teatral CEU JAÇANÃ
Programação da Mostra Teatral CEU JAÇANÃ
Release
Local: CEU JAÇANÂ
R. Antonio Cezar Neto nº 105 ( final da Maria Amalia ).
De metrô: descer no metrô Tucuruvi e pegar ônibus Jová Rural ou Airosa Galvão.
Fone CEU: 2241-1977 e 8994-8600 ( coord. de cultura -Nair, Vanessa, Marcia)
Fone: Mov. De Ocupação/Coord. 7174-7478 ( Iremar Melo )
Realização
Movimento de Ocupação Teatral
Apoio
CEU Jaçanã
Prefeitura Municipal de São Paulo
Secretaria de Educação do Município de São Paulo
Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de diversões do Estado de São Paulo
Coordenação Geral da Mostra / Movimento de Ocupação Teatral
Iremar Melo
Agradecimentos
À todos os grupos teatrais que se inscreveram e os que participarão da mostra
À equipe de coordenação Cultural do CEU Jaçanã
Escrito por Ocupação Teatral às 17h07
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Dom Casmurro
Dia 19 /11 às 19h
Direção e Dramaturgia: Jair Rodrigues da Silva
Autor: Machado de Assis
Esta adaptação trata exclusivamente de Bento e Capitu; de seus amores e dos ciúmes de Bento, que talvez para muitos, a insistência fez com que o amor chegasse ao fim. As situações propostas evidenciam o nascimento do amor, sua trajetória e fim. Quanto aos demais personagens, eles aparecem assim como o amigo Escobar, como espectros de uma velha lembrança, a qual se deseja esquecer, e é justamente por não esquecer que Bento se torna Dom Casmurro e vem à luz escrever e compartilhar da ascensão e queda do amor por conta do ciúme.
Cia. Empírica. Adaptação e direção de Jair Rodrigues da Silva. Elenco: Jair Rodrigues da Silva como Dom Casmurro e Daniela Sousa como Capitu. Recomendação etária: 10 anos. 55 minutos.
Elenco: Dom Casmurro-Jair Rodrigues da Silva; Capitu-Daniela Sousa,
Voz de Dom Casmurro.... Professor Cido
Técnica: Cenário e Figurinos: Daniela Sousa; Iluminação e Sonoplastia: Miguel Fernandes
Confecções: Cenário: Adriano Costa e Jair Rodrigues da Silva
Figurinos: Daniela Sousa e Maria do Socorro F. Sousa
O Ratinho Que Queria a Lua
Dia 20/11 às 10h
Direção: José Wagner de Souza
Texto: Patrícia Nepomucemo
Publico alvo: Crianças de 02 à 10 anos;
A comédia e fabula "O Ratinho que queria a lua" é uma historia que demonstra que quando se deseja algo de verdade, e quando luta para conquistar o seu sonho, por maior que ele seja, tudo pode acontecer. Demonstrando que sempre há motivos para lutar para conquistar aquilo que se deseja com todo o coração e sonhar.A historia de que a Lua é um enorme queijo faz parte do imaginário de geração de crianças, sempre sendo apresentada em desenhos animados e filmes, voltados para o público infantil.
O uni-Duni-Tê tem em mente que teatro infantil não tem a obrigação de encerrar em si uma bela lição construtiva. Vale mais a pena, e é até mais honesto, tentar contar livremente uma história. Não é necessário invadir o imaginário da criança com regras de conduta. O Uni-Duni-Tê acredita que Teatro infantil é, antes de tudo, teatro; e que criança tem capacidade de interpretar o que vê.
Elenco: Renato Carvalho Ribeiro: Egídio, Patrícia Nepomuceno: Anabela; Aline Fernandes: Rata Madrinha.
Escrito por Ocupação Teatral às 17h07
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O Casamento de Dona Baratinha
Dia 20/11 às 17h
Direção: Kaká Mureno
Autor: Aziz Bajur
A conhecida peça infantil que conta a história de uma charmosa baratinha muito feliz e organizada, que ao achar uma caixinha de tostão em seu quintal, sente que está pronta para se casar, estréia na versão original neste sábado na capital paulista e fica em cartaz até o dia 14 de dezembro.
Com a música “Quem quer casar com a Dona Baratinha que tem fita do cabelo e dinheiro na caixinha”, a simpática baratinha atrai diversos pretendentes como o cão Mestre Bull, o gato Dr. Mialdo e o ratinho Ratolfo Carlos, e em meio a muitas confusões ela escolhe um deles e vive o seu “final feliz”.
Em um cenário super colorido, “O Casamento de Dona Baratinha”, busca resgatar o encanto, a beleza, e a poesia, para abordar de forma especial o AMOR, RESPEITO e AMIZADE e aguçar a mente infantil quanto à importância das boas ações.
Elenco: Bruna Fontes,Moma Miranda, Cunha Moreno, Reggie Fontes, Washington Lins
Roberto Azevedo –Coreógrafo.
A Divina Comédia
21/11 às15h
Direção: Silio Moura
Autor: Dante Alighiere
Texto: Ketty Mesquita
Dante (Sílio Moura) percorre o inferno enfrentando demônios e almas penadas para ir ter com Beatriz, sua amada, em pleno Paraíso.
É uma deliciosa comédia que mostra o lado invisível da vida com muito humor.
Elenco: Sílio Moura; Fabiane Ribas; Therezinha de Campos; Iara LourSi; Thais Fêrrêira; Bruno Bego
Escrito por Ocupação Teatral às 17h05
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Vamos Todos Cirandar
24/11 às 19h
Direção e texto:Coletiva
A vida e a morte continuam brincando: Pega-pega ou vivo-morto, a eterna diversão. Os vivos se fazem de mortos enquanto os mortos brincam com os vivos. A morte por condenação e a Vida que se abirga na Morte. Uma noite pra contar histórias. Entre na Roda, Vamos Todos Cirandar! Elenco: Daiana Cintra, Gabriela Portieri, Ingrid Lopes, Joyce Rossine, Larissa Salomoni, Luara Stramaro, Marcelo Mille, Ophélia Camassutti, Rafael Xuxa, Tamy Cloretti, Thaís Tuin, Viviane Resan.
E Agora Drumond?
26/11 às 19h
Direção e solo de: Geraldo Fernandes
Tendo por base poemas de Carlos Drummond de Andrade - poeta singular que tomou conta da literatura em língua portuguesa com seu lirismo, com uma incrível versatilidade e com a aguda percepção do que era novo e moderno. A partir de uma seleção de vários poemas das diversas fases do poeta, construímos uma dramaturgia que dá unidade e sustentação ao texto no espaço, construindo uma estética e plasticidade dramática. A perplexidade, anseios, amores, desamores, sonhos perdidos, as inquietações, reflexões e revoltas de um poeta imenso e translúcido como o oceano e o universo.
A figura popular e erudita de Drummond. O simples, o cotidiano, o que era passado se metamorfoseando no presente. O triangulo amoroso – o pai, a mãe e a amante. A modernidade, o pós-moderno, a transgressão, o desdobramento, a ruptura, o gauche na vida e no tempo, o dândi e toda a grandeza que vem do chão – de quem "está preso a vida" – e essa vida é simples, pequena, assumidamente pedestre.
COLCHA DE RETALHOS Direção Figurinos e Cenários:: Grupo Núcleo de Devaneios. Texto: Clarice Lispector em “O Morto no Mar da Urca” e Fernando Pessoa com trechos da poesia de Álvaro de Campos “Tabacaria” e outros textos Colcha de Retalhos é uma criação do Grupo “Núcleo de Devaneios”, com belos textos e montagem própria. É uma peça que combina diferentes textos, os quais têm em sua essência dores, alegrias, nostalgias e tristezas, sensações tão comuns ao ser humano e sua constante busca pela felicidade. Estes textos são interpretados por dois atores e interligados por um terceiro que, com graça e humor vai costurando os temas, preparando o público e fazendo com que este reflita sobre os problemas, situações e emoções de seu dia a dia.
Três atores contam belas histórias tiradas de textos e contos de renomados escritores, entre eles: Clarice Lispector em “O Morto no Mar da Urca” e Fernando Pessoa com trechos da poesia de Álvaro de Campos “Tabacaria” e outros textos que são ligados uns aos outros como se fossem costuras numa colcha de retalhos.
De forma leve e objetiva, o Grupo chama a atenção para coisas que não podem ser evitadas na existência humana e que nem sempre as notamos.
Elenco: Jorge Derosa, Leandro Lima, Zilma Barros
Velório a Brasileira
28/11 às 19h
Direção de Eduardo Osório
Texto: Aziz Bajur
No velório de um funcionário de repartição pública, descobre-se que o falecido acaba de ganhar na loteria. Com isso, todas as pessoas com as quais conviveu durante sua vida se mostram mais interessadas em tirar proveito da situação a velar o amigo. O problema é que o bilhete sumiu. Começa, então, a maratona pra saber quem fica com o prêmio.
Uma viúva escandalosa, uma vizinha fofoqueira, um espirituoso contraditório, uma irmã com suspeitas intenções, um falso colega, um bêbado inconveniente, um elemento surpresa e uma boa dose de ganância formam o hilário retrato sobre a fragilidade de valores éticos e morais diante da possibilidade de ficar rico.
Elenco: Amanda Lima e Erika Farias (Eunice), Camila Bueno e Fernanda Gavioli (Zélia), Priscila Teles e Camila Rondon (Biga), Eduardo Paiva e Eduardo Segura (Edgar), Guilherme Costenaro e Thiago Toledo (Guiba), Mauro Pucca e Gledson Klauss (Teteo) e Jorge Derosa e Márcio Honorato (Pé de mesa).
Escrito por Ocupação Teatral às 17h04
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Cinderela... A gata Que não era borralheira!
03/12 19h
Direção: Sérgio Buck e Régio Moreno
Num reino muito distante, o príncipe NIC dará um baile para escolher sua futura esposa. Todas as moças querem participar, porém Cinderela, uma menina maltratada por sua madrasta e suas filhas não tem roupas para ir ao baile. Quem poderia ajudá-la?
O texto de Sérgio Buck e Régio Moreno é uma versão divertidíssima do famoso conto dos irmãos Grimm e da releitura de Walt Disney da mesma história. Nesta versão os autores misturam o clássico às atualidades e situações do cotidiano, utilizam-se do humor sem perder a fantasia. Cinderela, uma jovem órfã, vive como empregada de sua madrasta e de suas filhas. Apesar de fazer todos os serviços da casa e de ainda trabalhar como diarista para ajudar nas despesas, não é bem tratada por parte da maldosa e egoísta família. Enquanto isso, no palácio do príncipe Nic, haverá um grande baile, onde o príncipe escolherá sua futura noiva. Todas as moças querem participar desse baile, mas Cinderela será impedida de participar da festa por inveja de suas maldosas irmãs. O texto ainda conta com uma fada nada convencional e com as trapalhadas de Theodoro, um ministro português, e de seu ajudante, o bobo da corte. A peça, que diverte a adultos e crianças, vem sendo remontada desde sua estréia em 1989. Um belo cenário e figurinos coloridos fazem parte deste espetáculo.
Algo Santo
27/12 15h
Direção: Flávio Kadeth
Autor: Rogério Cericatto
‘’Existe Algo santo no amor? Existe alguém em algum lugar que Deus fez para ficar no nosso lado eternamente? Confiar em Deus e deixa-lo escrever a nossa história de amor é melhor é a melhor forma de aguardar o final feliz. Seja bem vindo a este mundo onde o amor é mais essencial, é Algo Santo.’’
Elenco: Beatriz: Rebeca Graciano, Jorge: Diego Brunes, Cristofer: Luiz Maya Bárbara: Thais Farias, Serviçal: Gilberto Ferreira Iluminação: Caio Oliveira Sonoplastia: Beto Simões Figurino: Thais Farias
Ainda é Tempo
28/12 às 10h
Direção: Gláucio Chaves
Texto: Sérgio Akira
Público: adulto
Em uma trama de assassinato entre um casal de idosos, um tentará matar o outro para ficar com o dinheiro ganho pelo marido em uma ação judicial.
Elenco: Maria-Tatiana Brandão, Carlos-Sergio Akira
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Escrito por Ocupação Teatral às 17h04
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Renuião nesta 5[ feira às 14h
Prezados amigos
Assunto: convocatória para reunião dos projetos inscritos na mostra
Quando: 5ª feira ás 14h
Dia: 30
Onde: Av.São João 1086 4º andar / metrô república.
Pauta: organizarmos a programação da mostra já com datas
Fones: 7174-7487 e 3335-6132
Deverão comparecer para esta reunião os seguintes seguimentos:
Teatro adulto, infantil ( de bonecos, etc) de rua e outros.
Envio datas que farão parte de nossa Mostra de Teatro. Essas datas foram cedidas por conta q já estamos beirando novembro, então para dar tempo de apresentações devemos nos reunir o mais breve possível ( nesta 5ª as 14h, no SATED-SP ) e organizar nossa programação.
Devemos selecionar pelo menso uns 20 projetos para nossa mostra.
Amigo compareça para vc fazer parte do calendário. Se vc não puder ir envie um representante.
Essas datas serão realizadas no teatro e deverão obedecer sempre os seguintes horários
( são 420 lugares):
Manhã: 10h
Tarde: 15h
Noite: 19h e 30m
Novembro:
Noite: 19, 20 , 24 e 28 e dia: 21 às 15h
Dezembro:
03,27 e 28
Obs: Serão 3 espetáculos por dia no teatro. Esses horários foram colocados pela coordenação por questão de horários dos técnicos e agentes
Temos também disponível a biblioteca e o pátio do CEU para apresentações.
Devemos agilizar essa mostra por causa de final de ano.
Ano que vem já temos indícios de mostra com mais dias e horários já conversados com a direção do CEU.
Então nesta 5ª feira ás 14h compareçam para organizarmos nossa mostra.
Se não puder comparecer envie seu representante.
Abraço fraternos
Iremar Melo
Escrito por Ocupação Teatral às 22h07
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Alô Zona Norte!!
Vem aí... Não percam!!
Mostra de Teatro
Se você está com seu espetáculo montado, se você tem seu grupo de teatro...
Junte-se a nós!!!
PARTICIPE DE NOSSA MOSTRA!!!
Já estamos fazendo os preparativos, enquanto isso:
Cadastre seu Projeto
Inscreva-se!!
ocupacaoteatral@yahoo.com.br
Tem como objetivo principal promover o intercâmbio entre os grupos da cidade e o público; destacar, divulgar e circular novos talentos; valorizar as peças teatrais de grupos e peças alternativas e incentivar as manifestações culturais. Nossa mostra será realizada na Zona Norte de São Paulo, mas todas as regiões poderão se cadastrar para participar da mostra.
Se você tem seu espetáculo de teatro e quer divulgá-lo, colocá-lo em cena, faça seu cadastro
Os interessados deverão manifestar seu interesse em participar da mostra preenchendo sua ficha de inscrição que está em anexo, ou podendo copiar da nossa página na net, que é: www.ocupacaoteatral.zip.net e enviar seu cadastro para ocupacaoteatral@yahoo.com.br
A MOSTRA ACONTECERÁ EM 3 CATEGORIAS:
- Teatro adulto
- Teatro Infantil
- Teatro de Rua
Além de pequena cena teatral e circense com intervenções em espaços ao ar livre destinado para esse fim.
A seleção dos projetos e as apresentações serão realizadas pela comissão do Movimento de Ocupação Teatral.
Cadastre-se e envie seu projeto para: ocupacaoteatral@yahoo.com.br
FICHA PARA CADASTRO
Os projetos deverão ser enviados por e-mail
E-mail: ocupacaoteatral@yahoo.com.br
Fones: 11-7174-7487 e 11- 8787-6187
Página: www.ocupacaoteatral.zip.net
O projeto deverá conter as seguintes informações:
- Contatos do grupo/ representante: cidade, bairro, endereço completo, telefones, e-mail
- Dados do Representante do grupo: Nome, RG, CPF:
- Identificar o seguimento do espetáculo se é: Teatro adulto,Teatro Infantil, Teatro de Rua.
- Objetivo do espetáculo
- Justificativa do projeto
- Nome do espetáculo; - Nome do Grupo;
- Nome do Diretor
- Nome do autor - Breve histórico do Grupo
- Fotos para divulgação
- Currículo resumido de todos os integrantes; - Ficha técnica completa do espetáculo, atualizada; - Histórico (currículo/ release) do grupo; - Sinopse do espetáculo para imprensa (8 linhas)
- Idade recomendada e duração; - Descrição do espetáculo, incluindo detalhamentos do projeto
- Proposta de montagem, projetos de cenário e figurino (se houver), processo criativo.
- Informações técnicas sobre som e luz
- Outras informações que possam ser importantes para o projeto avaliação
Abraços fraternos
Movimento de Ocupação Teatral
www.ocupacaoteatral.zip.net
11-7174-7487
Escrito por Ocupação Teatral às 03h00
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Vem aí... Não percam!!
MOSTRA DE TEATRO EM SÃO PAULO
Já estamos fazendo os preparativos, enquanto isso:
Cadastre seu Projeto
Inscreva-se!!
ocupacaoteatral@yahoo.com.br
Tem como objetivo principal promover o intercâmbio entre os grupos da cidade e o público; destacar, divulgar e circular novos talentos; valorizar as peças teatrais de grupos e peças alternativas e incentivar as manifestações culturais. Nossa mostra será realizada na Zona Norte de São Paulo, mas todas as regiões poderão se cadastrar para participar da mostra.
O projeto APLAUSO DE OCUPAÇÃO TEATRAL objetiva dimensionar a quantidade de espetáculos e distribuí-los, com isso gerando um circuito de grupos teatrais e peças alternativas fora do eixo comercial, promovendo o encontro e a circulação de espetáculos e grupos teatrais.
Se você tem seu espetáculo de teatro e quer divulgá-lo, colocá-lo em cena, faça seu cadastro para participar de uma seleção onde acontecerá uma mostra de teatro na Zona Norte de São Paulo. Nossa intenção é a de fazer com que os espetáculos tenham uma circulação, integração e divulgação espontânea atraindo um público ávido por peças em sua localidade.
O intuito da MOSTRA DE TEATRO é a de organizarmos uma mostra para mapearmos espaços ociosos e espetáculos que precisam fazer sua divulgação e contribuir com desenvolvimento dos grupos e espetáculos teatrais que estão engavetados, ou, que ainda não conseguiram pauta nos teatros e para que futuramente possamos fazer nossa mostra com patrocínio.
Esta iniciativa nasceu de profissionais liberais e grupos teatrais dentro do Movimento de Ocupação Teatral apoiados pelo Sated-SP com intuito de mapear grupos e peças e fazer circular nossas peças teatrais.
Nosso Movimento de Ocupação Teatral, o que não tem nada a ver com invasão, tem por objetivo reativar e revitalizar espaços teatrais que estão abandonados em São Paulo.
Os interessados deverão manifestar seu interesse em participar da mostra preenchendo sua ficha de inscrição que está em anexo, ou podendo copiar da nossa página na net, que é: www.ocupacaoteatral.zip.net e enviar seu cadastro para ocupacaoteatral@yahoo.com.br
A MOSTRA ACONTECERÁ EM 3 CATEGORIAS:
- Teatro adulto
- Teatro Infantil
- Teatro de Rua
Além de pequena cena teatral e circense com intervenções em espaços ao ar livre destinado para esse fim.
A seleção dos projetos e as apresentações serão realizadas pela comissão do Movimento de Ocupação Teatral.
Cadastre-se e envie seu projeto para: ocupacaoteatral@yahoo.com.br
FICHA PARA CADASTRO
Os projetos deverão ser enviados por e-mail
E-mail: ocupacaoteatral@yahoo.com.br
Fones: 11-7174-7487 e 11- 8787-6187
Página: www.ocupacaoteatral.zip.net
O projeto deverá conter as seguintes informações:
- Contatos do grupo/ representante: cidade, bairro, endereço completo, telefones, e-mail
- Dados do Representante do grupo: Nome, RG, CPF:
- Identificar o seguimento do espetáculo se é: Teatro adulto,Teatro Infantil, Teatro de Rua.
- Objetivo do espetáculo
- Justificativa do projeto
- Nome do espetáculo; - Nome do Grupo;
- Nome do Diretor
- Nome do autor - Nome do representante do grupo (integrante do grupo/produtor que será o interlocutor com a equipe )
- Breve histórico do Grupo
- Fotos para divulgação
- Currículo resumido de todos os integrantes; - Ficha técnica completa do espetáculo, atualizada; - Histórico (currículo/ release) do grupo; - Sinopse do espetáculo para imprensa (8 linhas)
- Idade recomendada e duração; - Descrição do espetáculo, incluindo detalhamentos do projeto
- Proposta de montagem, projetos de cenário e figurino (se houver), processo criativo.
- Informações técnicas sobre som e luz
- Outras informações que possam ser importantes para o projeto avaliação
Abraços fraternos
Movimento de Ocupação Teatral
www.ocupacaoteatral.zip.net
Escrito por Ocupação Teatral às 05h47
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Movimento de Ocupação de Espaços Teatrais
Movimento de Ocupação de Espaços Teatrais
Histórico
O Movimento de Ocupação de Espaços Teatrais nasceu de dois profissionais do teatro, Amilton Ferreira, ator e produtor teatral e Iremar Melo, diretor, ator e pesquisador teatral que viram a necessidade de uma discussão acerca de espaços abandonados em São Paulo sob o ponto de vista OCUPAÇÃO com a cautela de não transparecer e que não tem nada a ver com invasão.
Num diálogo entre Amilton Faria e Iremar Melo viram que existiam pontos em comuns que culminaria depois no Movimento de Ocupação de Espaços Teatrais. Várias informações desencontradas acerca de espaços abandonados de escolas privadas, shoping’s, associações comerciais, sindicatos, hotéis, sites sobre divulgação, projetos engavetados, projetos sem qualidade, projetos mal formatados, vários espaços teatrais abandonados, profissionais dispersos, outros querendo fazer alguma coisa para mudar a cara de São Paulo.
Com várias informações, gente envolvida, coisa para se fazer, projetos engavetados de vários profissionais, idéias na cabeça, espaços por ocupar, programas municipais pela cidade, gente afim de trabalhar, vontade de fazer e acontecer; foi aí que vimos a importância de nos reunirmos para discutir nossos trabalhos, idéias e projetos e não ficarmos de braços cruzados esperando a coisa acontecer, reclamando desse ou daquele governo, ou daquela associação.
Foi quando o ator e produtor Amilton Ferreira e Iremar Melo somaram idéias e forças e buscaram no Sated-SP apoio para alavancarem essas idéias. Aos poucos fomos desenhando debates, bate-papos, conversas e daí marcamos uma reunião no Sated-SP e tivemos nossa primeira reunião. Convocamos a primeira reunião que ainda não tínhamos desenhado a filosofia do movimento e o que entendíamos como palavra de ordem para o assunto Ocupação Teatral. A partir daí foram várias discussões dentro do movimento, como o papel da ocupação como elemento social, a contrapartida que a ocupação oferece, nosso trabalho como produto ou não, a função social do teatro, o amadorismo e o profissionalismo no teatro. Foi um sucesso.
Sucesso esse que duvidávamos do que seria futuramente com a participação de exímios profissionais do teatro. Foram várias discussões acerca do conceito de ocupação, o que entendíamos por ocupação de teatro dentro do movimento. O movimento foi tomando corpo, os profissionais foram se achegando, idéias eram colocadas e debatidas, gente chegando no movimento, questões sociabilizadas, idéias reformuladas, pensares diferenciados, olhares minuciosos, falas calorosas, idéias expostas, daí desenhávamos o que chamaríamos de Movimento de Ocupação Teatral com um olhar diferenciado sobre o que queríamos sobre ocupação.
Falas e anotações eram rotinas em nossas reuniões. A partir daí foi-se anotando pensares, falas, idéias foi quando a partir daí desenhávamos nossa proposta de ocupação. Tiramos algumas idéias a serem realizadas como a montagem de uma Oscip com o intuito de ocupação e uma mostra de teatro nas regiões de São Paulo.
Em busca de uma proposta para uma nova ordem
Por Iremar Melo
Mesmo São Paulo sendo o centro das atenções culturais com seus espetáculos, ainda assim continuamos com questões relevantes acerca de nosso fazer artístico e condições para melhorar nosso fazer teatral.
Constatamos que existem brechas que podemos trabalhá-las para solucionar questões importantes.
No dia dois de junho as quinze horas o Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado de São Paulo-Sated-SP, órgão que representa a categoria, fez uma convocatória para discutir assuntos relevantes. Estiveram reunidos com o Sated-SP, atores, diretores teatrais, consultores, assessores culturais, assessores de grupos, divulgadores de peças teatrais, captadores de recursos de incentivos fiscais, técnicos, cenotécnicos, empreendedores culturais, vendedores de peças teatrais, representantes de associações coletivas da área de cultura e produtores constatando as seguintes questões: ocupação dos espaços ociosos e parcialmente ocupados, reforma e uso de teatros abandonados na forma de comodato, teatros existentes e que ainda não são utilizados pela categoria e outros que são usados timidamente sem cunho profissional, dificuldades em pautas de teatros públicos e teatros privados, democratização de leis e programas, teatros abandonados em alguns estabelecimentos comerciais, teatros mal-acabados e outros por reformar, dificuldade no acesso ao dinheiro público através das leis de incentivo, falta de plano de marketing e de divulgação em projetos enviados às empresas privadas, falta de conhecimento por parte de alguns profissionais em preencher editais, dificuldade de ter pautas em teatros, pouca freqüência de públicos em grande maioria dos espetáculos, falta de conhecimento de leis de incentivo por boa parte das empresas, a falta de mais revistas e guias teatrais para divulgação de peças teatrais, disputa e dificuldade de conseguir pauta em guias, jornais, revistas e teatros, precariedade de divulgação por parte dos espetáculos, a falta de conhecimento no setor teatral para se produzir peças, precariedade em teatros na falta de equipamentos de som e iluminação, entre outras questões que foram levantadas pelo coletivo de profissionais que estiveram presentes na sede do Sated-SP.
A intenção primaria é a de juntar profissionais e catalogarmos informações e publicarmos esses espaços ociosos; divulgar sites e mecanismos de divulgação que se dispõem a divulgarem graciosamente e outros a preços simpáticos, estudo e prática de leis e programas, orientação quanto à editais e programas, levantamento de espaços e teatros fechados e por reformar para que sejam ocupados por grupos, associações, cooperativas, profissionais do setor e sindicato, criar mecanismos de divulgações de espetáculos e divulgar sites jornalísticos que disponibilizam divulgações, uniformizar informações e catalogação acerca do setor e divulgá-las.
O objetivo do Sated-SP é a de orientar e fortalecer sua categoria no que diz respeito a sua sobrevivência profissional. O Sated-SP promove encontros dessa natureza para contribuir com nosso trabalho. Nossos encontros são abertos a todos o profissionais e pessoas interessadas em participar e as reuniões serão às segundas –feiras às 15h na sede do Sated-SP que fica na Av. São João 1086 4º andar, metrô república telefones: 11- 3335-6131/32/33.
Iremar Melo – Diretor Regional, da Capital, Grande São Paulo, Litoral e Fiscalização Profissional
Escrito por Ocupação Teatral às 05h29
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07/09/2008 - 10h48
Teatros de SP apresentam irregularidades na segurança
EDUARDO SIMÕES LUCAS NEVES SYLVIA COLOMBO da Folha de S.Paulo
A Folha selecionou 14 teatros da cidade de São Paulo para verificar suas condições de segurança e tentar responder à pergunta: pode se repetir a tragédia que aconteceu no teatro Cultura Artística, no mês passado, quando um incêndio destruiu sua sala principal?
Foram escolhidos espaços que recebem diferentes tipos de público. Entre os comerciais, Alfa, Frei Caneca, Folha, Renaissance; entre os tradicionais, Ruth Escobar, Sérgio Cardoso, Centro Cultural São Paulo, Municipal, Imprensa e Tuca; e, entre os alternativos, Oficina e Satyros, além de duas salas da rede Sesc.
| Lenise Pinheiro/Folha Imagem |
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| Fiação sobre carpete no CCSP (Centro Cultural São Paulo); salas apresentam riscos ao público |
A reportagem procurou conferir os principais requisitos que garantem a segurança de um espaço em caso de incêndio: a manutenção das instalações elétricas, os dispositivos de combate ao fogo, as saídas de emergência, entre outros.
A maior parte das visitas, feitas ao longo das três últimas semanas, teve a presença da fotógrafa e iluminadora Lenise Pinheiro, que há mais de 20 anos transita pelos teatros paulistanos, onde também trabalha.
No levantamento, quatro deles apresentaram condições precárias e oito se mostraram relativamente bem. Renaissance e Imprensa não quiseram receber a reportagem.
Situação crítica
Entre os primeiros, o Ruth Escobar foi um dos que apresentou problemas graves: fiação correndo sobre carpete, quase todos os refletores sem os cabos de aço --que são a segunda garantia de que eles não se soltem--, tomadas sem espelho de proteção. Nas coxias, havia muitas lâmpadas sem cúpula, a poucos centímetros de pedaços de cenários --o que facilitaria a propagação do fogo.
Havia ainda gambiarras --instalações elétricas improvisadas-- com fita isolante em uma das três cabines técnicas. Não havia extintores ou hidrantes dentro da sala menor (Miriam Muniz) e, na maior (Dina Sfat), uma porta de emergência estava quebrada, sem a barra antipânico esquerda.
Ali, a reportagem também viu cadeiras cujos encostos, tortos, atrapalhavam a circulação pela fileira de trás -o que poderia causar quedas se preciso deixar o local com rapidez.
| Lenise Pinheiro/Folha Imagem |
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| Racks de iluminação em local de risco, próximo à platéia, na sala Satyros 2 |
"O pior problema dos teatros de São Paulo é o extremo desleixo e a irresponsabilidade com instalações elétricas. Não há razão para fios ficarem expostos: têm de estar em calhas ou condutores protegidos", diz o arquiteto Cesar Bergstrom, diretor de urbanismo do Sinaenco (Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva).
Na cabine de som e luz da sala Jardel Filho, no Centro Cultural São Paulo, a instalação elétrica estava em contato com o carpete, que tinha rasgões. Na sala Paulo Emílio Salles Gomes, as tomadas dos refletores estavam precárias, assim como nos camarins. E também foram encontradas gambiarras. Tampouco havia sprinklers (sistema que solta água assim que sinais de fogo são detectados).
No teatro Oficina, os principais problemas observados foram, além das gambiarras, refletores sem cabo de aço, a falta de equipe fixa de manutenção e ausência de saídas de emergência. A porta de entrada do espaço, que tem formato de uma grande passarela, é a única rota de fuga em caso de acidente.
"Não é possível considerar seguro um lugar que só tem uma saída, mesmo que ela seja ampla. A primeira coisa que uma pessoa pensa quando vê fogo é em fugir, e não em pegar um extintor. Por isso, a partir do projeto inicial, os teatros têm de ser pensados com alternativas de saída bem claras e sinalizadas", diz Bergstrom.
Nos dois espaços dos Satyros, esse problema se repete. A sala 1 tem uma saída que dá para dentro do prédio da praça Roosevelt no qual está localizado, e a sala 2 não possui nenhuma.
Apesar de não poderem ser classificados formalmente como "teatros" por terem capacidade inferior a cem pessoas (são definidos por lei como "salas de reunião"), ainda assim os espaços dos Satyros não adotam procedimentos de segurança importantes.
As cortinas não recebem tratamento antichamas, não há sprinklers e os refletores de luz não têm cabo de segurança.
De forma geral, os administradores dessas quatro salas dizem que estão trabalhando para resolver os problemas.
Melhores condições
Nos outros teatros, a reportagem encontrou condições melhores. A maior parte deles tem dispositivos de combate a incêndio, como cortinas, carpete, revestimento das cadeiras com tratamento antichamas, estruturas de concreto e não de madeira como base da platéia e regras para o palco, como proibição de fumar nas cenas.
Apesar de considerar essas medidas importantes, Bergstrom relativiza a eficiência da aplicação de produtos antiinflamáveis. Para ele, tratam-se de lenitivos, pois funcionam por tempo curto. "Um produto antichamas impede algo de queimar por um período curto de tempo. O essencial é haver espaço entre fileiras e corredores para escape imediato."
Escrito por Ocupação Teatral às 17h52
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07/09/2008 - 10h49
Estamos resolvendo os problemas, dizem salas de teatro
da Folha de S.Paulo
A reportagem procurou os administradores dos teatros avaliados como precários para pedir explicações sobre os problemas observados nas visitas.
No Oficina, onde não há equipe de manutenção fixa, o ator e diretor Marcelo Drummond disse que a presença permanente de técnicos depende de verba. "Quando vamos montar um espetáculo novo, chamamos os técnicos. Mas não podemos manter uma equipe todo o tempo", diz.
Drummond criticou as leis de incentivo à cultura por não aceitarem que a manutenção dos teatros seja incluída nos pedidos. "Quando fazemos um projeto para pedir verba, se colocarmos [no cálculo dos gastos] verba para a segurança do teatro, esse item não é aceito."
| Lenise Pinheiro/Folha Imagem |
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| Fios expostos na cabine técnica do teatro Oficina, em São Paulo; casas afirmam que estão trabalhando para resolver os problemas |
A sede do grupo de José Celso Martinez Corrêa também tem fiação exposta e "gambiarras" (ligações elétricas improvisadas, com fitas isolantes e benjamins), além de sofrer ataque de roedores que vêm do mercado em frente ao teatro. "Fazemos desratização com freqüência e procuramos checar a situação dos fios toda vez que trocamos de peça."
Drummond afirma que o modo "possível" de o Oficina funcionar é este. E se defende dizendo que até hoje não houve problemas graves.
O diretor do Espaço dos Satyros, Rodolfo García Vázquez, afirma que "uma série de medidas" está em curso, "dentro dos limites" do teatro. "Refizemos a iluminação de emergência, encalhamos a fiação, mudamos as caixas expostas de lugar, fizemos treinamento de incêndio e trocamos a sinalização", diz.
Durante a visita da reportagem, um funcionário instalava sinalização de emergência. E o camarim do Satyros 1, sempre cheio de figurinos e elementos do cenário, havia sido limpo antes da chegada da Folha.
O administrador do teatro Ruth Escobar, Ascânio Furtado, argumenta que os problemas detectados estão sendo resolvidos. Segundo ele, a barra antipânico quebrada foi arrumada; parte das tomadas sem espelho, consertada; e as lâmpadas sem cúpula, cobertas.
Sobre a fiação exposta, ele minimiza o problema, afirmando que os cabos estão encapados com isolamento antiincêndio. "Toda a parte elétrica do teatro está sempre em manutenção. Estávamos colocando novos cabos de aço [nos refletores] quando a Folha veio."
Já o Centro Cultural São Paulo respondeu por e-mail às observações feitas sobre a precariedade de sua fiação.
Na mensagem, a arquiteta Ana Pimenta diz que as instalações elétricas do teatro serão trocadas ainda neste ano.
Para 2009, segundo Pimenta, está programada uma reforma geral das salas de espetáculos, durante a qual todo o urdimento de madeira deverá ser substituído.
Escrito por Ocupação Teatral às 17h47
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